Processo de Investimento

O processo de investimento consistirá em:

  1. 1. Análise de oportunidade:
    • Avaliação das praças de investimentos;
    • Filtrar as oportunidades a partir da validação da localização, sócios e administrador, identificação dos riscos e oportunidades de crescimento operacional de cada empreendimento, avaliação da experiência do administrador e do nível de governança corporativa;
    • Realizar visita in-loco nos ativos;
    • Analisar detalhadamente cada oportunidade com o estudo e definição das premissas operacionais, inclusive de crescimento para os próximos anos;
    • Elaborar e aprovar em comitê de investimentos a viabilidade econômica de cada empreendimento;
    • Realizar diligência completa em cada ativo.
  2. 2. Due Diligence:
    1. a. Legal – análise completa dos aspectos legais, ambientais, contábeis, fiscais, operacionais, financeiros, dos ativos referentes a operação, dos respectivos vendedores e de seus antecessores;
    2. b. Aprovações – diligencia de todas as aprovações, licenças, alvarás, averbações, protocolizações, registros e demais providências e formalidades necessários à regularização dos imóveis, de suas construções e da transação em relação aos órgãos competentes e verificação da regularidade fiscal dos imóveis e de seus proprietários;
    3. c. Financeira – análise e validação das informações financeiras da viabilidade, tais como: valores gastos com comprovantes de despesas incorridas, fluxo futuro de gastos e outros;
    4. d. Dívidas – análise dos instrumentos de dívida atrelados aos imóveis;
    5. e. Técnica – Documentação legal e referidas aprovações;
    6. f. Ambiental – análise ambiental, com o objetivo de mapear riscos de passivos ambientais, garantir que o ativo objeto da aquisição tenha conformidade com as condições descritas em viabilidade.

São fatores de decisão para alocação dos recursos do Fundo em hotéis

  • O nível de maturidade dos empreendimentos, buscando resiliência para a carteira;
  • O preço da aquisição, sendo medido pelo cap rate sobre o resultado operacional líquido ("NOI Caixa") dos próximos 12 meses e pela Taxa Interna de Retorno ("TIR") do estudo de viabilidade da oportunidade de aquisição;
  • A localização do empreendimento e os dados demográficos (eventos regionais, pontos turísticos e polo industrial ou comercial);
  • A arquitetura do ativo e tipologia dos quartos;
  • O potencial de crescimento do NOI Caixa do empreendimento nos próximos anos;
  • A experiência do administrador e o alinhamento de longo prazo que este tem com os demais sócios do empreendimento;
  • O nível de governança com os sócios do empreendimento;
  • A realização de diligência completa de forma satisfatória para o Gestor e Administrador.